A Psicologia Jurídica ou Forense constitui-se pela interface entre a Psicologia e o Direito.
Alguns autores definem diferentes significados aos termos Psicologia Jurídica e Psicologia Forense. Para esses a primeira refere-se a Psicologia Criminal de deliqüentes juvenis ou adultos e psicopatologias. Por outro lado a Jurídica abrange as questões de família e infância.
Contudo, deixada as específicas definições de lado o que mais desperta interesse e curiosidade são as possibilidades de os campos de atuação e trabalho deste profissional.
Ao ingressar nessa área há a possibilidade de atuar como perito, assistente técnico ou pesquisador.
O objeto de estudo da Psicologia Jurídica é o comportamento humano dentro do contexto jurídico.
No Núcleo de estudos forenses (NUFOR) do Hospital das Clínicas de São Paulo, realizamos avaliações em vítimas de abuso sexual, casos de separação e guarda, com agressores ou ainda em casos de perícia trabalhista.
O Psicólogo Jurídico pode trabalhar no Judiciário estadual (concursado) ou como autônomo quando contratado por uma das partes do processo.
sábado, 16 de maio de 2009
segunda-feira, 4 de maio de 2009
Internet melhora desempenho do cérebro, diz estudo
Um estudo americano sugere que a internet pode ser a mais nova aliada no combate ao envelhecimento cerebral.
De acordo com a pesquisa realizada na Universidade da Califórnia o uso da internet auxilia no exercício cerebral e consequentemente na melhora das funções cognitivas.
O estudo foi realizado com voluntários com idades entre 55 e 76 anos o que permitiu compreender como o cérebro de pessoas desta idade reage a estimulação através de atividades cotidianos.
Os resultados são positivos e aliam-se a outras dicas já antes propagadas no desempenho cerebral, como palavras cruzadas, leitura, aprender outra língua, exercício físico, dieta balanceada. No entanto, os autores afirmam que ainda não podemos concluir que tais atividades por si só reduzem o risco de demências.
De acordo com a pesquisa realizada na Universidade da Califórnia o uso da internet auxilia no exercício cerebral e consequentemente na melhora das funções cognitivas.
O estudo foi realizado com voluntários com idades entre 55 e 76 anos o que permitiu compreender como o cérebro de pessoas desta idade reage a estimulação através de atividades cotidianos.
Os resultados são positivos e aliam-se a outras dicas já antes propagadas no desempenho cerebral, como palavras cruzadas, leitura, aprender outra língua, exercício físico, dieta balanceada. No entanto, os autores afirmam que ainda não podemos concluir que tais atividades por si só reduzem o risco de demências.
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